Posts Tagged ‘medo’

this day

Outubro 20, 2009

Hoje, 19 de outubro de 2009, consegui dizer em voz alta:

- Eu não tenho nada de bom na minha vida, hoje.

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Nada. Eu não tenho nada de bom para dar para ninguém, hoje.

Hoje, eu não posso ser cobrada para agir de forma doce, ou agradável.

Nem uma coisa que eu me orgulhe ou que me satisfaça, hoje.

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dezenove de outubro de dois mil e nove.

Este dia nunca mais vai se repetir.

This day will never happen again

Janeiro 23, 2009

O fato é que estou deprimida e odiando as decisões e caminhos que tomei.

a engenharia quer roubar minha alma.

Novembro 6, 2008

Essa semana aconteceram duas coisas que me tão me fazendo avaliar o que vale a pena… 

 

1. Descobri quem meu chefe é BEM menos velho do que aparenta ser. 

2. Hoje, um carinha que saiu da empresa logo que eu entrei, apareceu lá. E ele parecia TÃO melhor agora.

 

Aí, tou aqui no dilema…

Sullen Girl

Maio 29, 2008

Esses dias eu resolvi ressucitar o disco Tidal da Fionna Apple. E é incrível como, mais de 10 anos depois de eu ter comprado esse álbum, ele ainda me emociona.

Minha música preferida ainda é Sullen Girl. Mas acabei de descobrir (via wikipedia) que ela é sobre o estupro que Fiona Apple sofreu aos 12 anos.

Sullen Girl

Days like this, I dont know what to do with myself.
All day – and all night.
I wander the halls along the walls and under my breath.
I say to myself.
I need fuel – to take flight -

And theres too much going on.
But its calm under the waves, in the blue of my oblivion.
Under the waves in the blue of my oblivion.

Is that why they call me a sullen girl – sullen girl.
The dont know I used to sail the deep and tranquil sea.
But he washed me shore and he took my pearl -
And left an empty shell of me.

Eu achava que tinha a ver comigo.

E aí eu nem sei mais o que acho agora…

Ninguém quer

Abril 6, 2008

A realidade é que eu me sinto sozinha. E quanto mais eu sinto isso, mais eu afasto.
E eu sinto MUITO medo. E sinto muito. E eu não sinto nada de mais.

Mas eu tenho tanta coisa dentro de mim. Tanto amor e tanta raiva. E eu guardo tudo aqui dentro, principalmente porque eu acho que ninguém quer. E eu acho que ninguém quer. Mas pode ter quem queira, e eu guardo. E dói.
Eu queria dar pra cada um o que é dele e tá aqui dentro. Mas não consigo. Ou não posso.

Mas eu acho que ninguém quer.

E quem sou eu, pra achar que alguma coisa dessas é extraordinária?