Esse foi um ano que eu passei do céu ao inferno tantas vezes que não consigo numerar.
E agora, fechando mais um ciclo astronômico, astrológico, e, principalmente, social, eu estou na parte baixa da roda… Este fim de ano não chega perto de onde eu estava no final do ano passado.
É claro que o cenário era outro, e tinha alguma inluência. Mas, mais que tudo, é como eu me sinto. Níveis de auto-sabotagem alarmantes.
Mas eu me diverti. Eu trabalhei. Eu fui legal.
E eu me sacaneei. Eu procrastinei. Eu fui horrível.
Queria falar pros meus pais que eu vou ser mais responsável ano que vem de agora pra frente. Mas não é pra eles que eu tenho que prometer isso.
Quero conseguir fazer as coisas que minha cabeça sabe que é certo.
Quero fazer da minha felicidade mérito só meu, e compartilhá-la com quem quiser. Não fazer dos outros o caminho pra ela.
E isso de esperar o ano-novo é a maior babaquice.


